terça-feira, 23 de março de 2010

S.O.S., dejadnos ser madres

El hombre y la mujer no son, no eran, ni serán nunca iguales (que no significa que no tengan igualdad de derechos y responsabilidades). La impronta física del nacimiento, reflejo externo de lo más hondo que existe en cada hombre y mujer, su alma, nos lo hace evidente; el ser humano es un ser sexuado sólo en dos modos posibles, hombre o mujer.

El afán por sembrar la confusión ha llegado hasta la negación del primer valor, del más excelso don de la feminidad, de su ser mujer: la maternidad.

Hoy en día las políticas familiares de muchos países la han desprotegido; buena parte de la opinión pública joven femenina la ha venido minusvalorando y tomando como muro de contención que imposibilita el ulterior desarrollo profesional. No se promueve en foros mundiales, vende poco en televisión, el cine la ha olvidado como argumento central, no se anuncia en centros comerciales ni es portada de diarios y revistas… Se ha tomado como un anti-valor, como una decisión poco moderna, como una condena.

Y sin embargo, poco a poco, parece encenderse otra vez la luz de la esperanza que no hace sino recordar que la mujer también tiene el derecho, el más noble, a que no se desvirtúe ni se “ideologice” la maternidad. Son pequeñas sacudidas “sísmicas” de voces femeninas con resonancia pública que quieren reivindicar el orgullo de serlo.

Ahí está la octogenaria Ivonne Knibiehler, historiadora francesa y conocida figura del feminismo, quien en entrevista al diario Le Monde declaró que “La maternidad seguirá siendo una cuestión capital de la identidad femenina”. “El feminismo debe en primer lugar repensar la maternidad; todo lo demás será por añadidura”, ha precisado.

O ahí está también la ex periodista premio Pulitzer y ahora escritora asistente para la universidad de Stanford, Catherine Ellison, quien aventurada en la barca de la maternidad ha escrito “La inteligencia maternal”, un libro donde asegura que la maternidad hace a la mujer más capaz.

Otra mujer, Elise Claeson, periodista sueca de unos de los principales periódicos nórdicos, el Svenska Dagbladet, ha alzado la voz en una de sus columnas al escribir: “Oídnos, queremos ser madres”. Eva Herman, durante 18 años reconocida presentadora del informativo más visto en la televisión alemana, ha salido de lo políticamente correcto al escribir para la revistaCicero que abandonar el hogar no es un imperativo categórico. A la par que en Alemania salía su libro “El principio de Eva”, en Suiza aparecía “Ama de casa, el mejor trabajo del mundo”, de Marianne Siegenthaler, con buena acogida por parte de las “managers domésticas”.

Perspectivas de mujeres como las mencionadas reivindican el papel de la maternidad en la sociedad; hacen recordar que el verdadero feminismo aboga por una revalorización de la dignidad, del papel y de la vocación de la mujer. Es cierto que la maternidad es también una vocación que implica deberes, pero son esos deberes precisamente los que la hacen más noble, más loable, más ella. Y es que sólo una mujer puede ser madre. Sólo ella es capaz de dar lo que únicamente dan las “mamás”: su maternidad.

La mujer tiene el derecho a no ser influenciada por quienes hacen ver el tesoro de la maternidad como una carga, una condena, una actitud poco moderna.


Por: Jorge Enrique Mújica, Colaborador de Mujer Nueva, 2008-03-07)

Cavalheirismo e as diferenças entre homens e mulheres

Homens e mulheres são diferentes e ponto.

Isso não quer dizer que um não possa fazer tudo que o outro faz, exceto o que as diferenças biológicas do gênero impedem, é claro. Mas de resto tudo que um homem faz, a mulher pode fazer e tudo que uma mulher faz, um homem pode fazer.

Tudinho.

Tem muita gente que ainda não se tocou disso. Tanto algumas mulheres como alguns homens ainda acham que há diferenças nas capacidades quanto ao gênero.Mas isso está mudando rápido.

E às vezes para demonstrar que certas mulheres são capazes de fazer coisas que antigamente só homens faziam, elas se comportam com modos de homens. A mesma coisa acontece com homens fazendo coisas de mulheres, ficam feminilizados demais.

E qual seria o equilíbrio?

Na medida que cada um sabe de suas capacidades e potencialidades, ela ou ele as realiza de forma de acordo com seu jeito próprio. Não estereotipado, caricaturado. O jeito da pessoa. Tranquila consigo mesma. Sendo mulher ou homem e exercendo sua feminilidade ou masculinidade sem travas, medos ou preconceitos.

Por isso que eu, como mulher, gosto de homens cavalheiros.

Eu sei que eu posso fazer tudo que um homem faz. Estou tranquila com isso. Na falta de um homem eu me viro muito bem: pago o restaurante, abro a porta do carro, carrego pesos, arrumo o carro, conserto coisas, prego quadros, troco lâmpadas, dirijo o carro, uso a furadeira, cavo buracos, discuto com os empregados do sítio, resolvo problemas com bêbados, me defendo na rua, falo grosso e muitas coisas mais. Posso dizer que sou mais homem que a maioria dos homens que já conheci. E, ao mesmo tempo, sou bem mulher, bem feminina.

Eu não tenho que provar nada disso para ninguém. Eu já sei disso. Eu faço tudo isso quando necessário.

E os homens? Como ficam eles ao se relacionarem com mulheres tão completas?

Da mesma forma que nós ficaríamos ao nos relacionarmos com homens completos que não precisariam de nós.

Aí entra o Cavalheirismo. Atitudes e gestos sociais de gentileza, respeito e deferência de homens para mulheres, quando homens podem ser homens e mulheres podem ser mulheres na boa.

Como eu disse no início, homens são diferentes de mulheres, não dá para negar. Mas podemos fazer as mesmas coisas, também não dá para negar. Então como exercer essas diferenças de forma saudável no dia a dia?

O homem sendo cavalheiro expressa o que ele tem de melhor na sua masculinidade. E a mulher aceitando esta deferência não está sendo diminuída, está sendo mulher.

O texto soou antiquado?

Bem, é a minha opinião.

Eu gosto quando abrem a porta do carro para mim. Eu gosto quando carregam meus pacotes. Eu gosto quando andam do lado de fora da rua. Eu gosto quando pagam a conta do jantar. Eu gosto quando colocam o paletó em meus ombros para eu não passar frio. Eu gosto que me dêem passagem primeiro na porta e abram a porta para mim. Eu gosto que me dêem o braço quando eu estiver com um salto muito alto num piso ruim de andar. Eu gosto de ser tratada como uma dama, uma princesa, como uma rainha.

E isso não vale apenas para os homens que nos relacionamos mais intimamente. Vale para qualquer homem. Para aquele que dá lugar para eu sentar. Para aquele que ajudou a trocar meu pneu na rua. Para o que segurou a porta do elevador.

Viva o cavalheirismo!

QUE OUÇAM A PALAVRA DE DEUS!

"Eles têm Moisés e os profetas; ouçam-nos". (v. 29)

Que pregam Moisés e os profetas? Em especial, estes dois pontos: Primeiro, apontam para o prometido descendente da mulher que deverá esmagar a cabeça da cobra. É desse descendente da mulher, o Filho de Deus, ... que tratam Moisés e os profetas, e ensinam, advertem e fala dele, para que o ouçamos quando aparecer, nos atenhamos a sua palavra e creiamos em sua promessa. Portanto, a fé em Cristo Jesus é o único e verdadeiro caminho para escapar dos pecados e da morte e chegar à salvação.
O segundo ponto de que falam Moisés e os profetas e este: Esperando nossa justiça e bem-aventurança exclusivamente daquele descendente de mulher prometido, também sejamos obedientes a Deus e cumpramos nessa vida terrena o que ordenou, e, por outro lado, evitemos e abandonemos o que proibiu. Pois é assim que se teme a Deus e se o tem sempre diante dos olhos. A fé tem por objetivo livrar-nos do pecado e tornar-nos filhos de Deus. A obediência ou o amor e as obras de caridade servem para revelar-nos como filhos obedientes, e não sigamos a provocar a ira de Deus, mas tenhamos boa consciência.

Textos gentilmente cedidos por: CIL - Comissão Interluterana de Literatura

CERTEZA DA DOUTRINA

Leia em sua Bíblia: 2 Pedro 1.16-21

"Temos, assim, tanto mais confirmada a palavra profética, e fazeis bem em atendê-la". (v. 19)

Temos a consoladora promessa e a firme convicção de que tudo o que fizermos, dissermos e sofrermos como cristãos é verdadeiro e procede do Espírito da Verdade. Por outro lado, o que se fizer, disser, pregar e empreender contra isso tem de ser falso e mentiroso diante de Deus, mesmo que tenha grande esplendor e seja apresentado como a pura verdade, a mais elevada santidade e espiritualidade, e o mundo lute com todas as suas forças para manter essa posição, lance-se contra nós e nos difame do modo mais horrível. Pois nossa doutrina e conduta não se baseiam em nós mesmos, e o que fazemos não por causa de nós, e sim, por causa de Cristo, o Senhor, de quem nos vêm todas as coisas e por cuja vontade pregamos, vivemos e sofremos. E porque tudo isso acontece por causa dele, deixamos que ele tenha cuidado de nós, pois ele diz que vai levar tudo a bom termo, e nos dará o Espírito ou a coragem para que essa causa possa persistir. E o que ele faz por meio de sua cristandade, isso será pura verdade e absolutamente certo.

Textos gentilmente cedidos por: CIL - Comissão Interluterana de Literatura

Mini preservativos




Essa semana navegando pela internet, encontrei a seguinte noticia:

http://www.tvi24.iol.pt/internacional/preservativo-hotshot-tvi24-contraceptivo/1144469-4073.html

A noticia trata do lançamento do mini-preservativo na Suíça, ou seja, agora as CRIANÇAS poderão fazer sexo com proteção.

No primeiro momento que li a noticia fiquei chocada, não acreditei, cheguei a cogitar que era uma piadinha de extremo mau gosto, mas para minha tristeza era verdade. Segundo as pesquisas que culminaram com o lançamento deste preservativo, cada vez mais adolescentes estão afzendo sexo entre 10-14 anos, sem proteção. Logo qual a solução que as autoridades do pais deram? Fazer preservativos para crianças.

Dizem estar protegendo esses jovens, chamam isso de educação sexual, e isso me entristece. Uma criança de 10 -14 anos que faz sexo, não é algo normal, bonito, ela esta com problemas, há algo errado, e a solução que dão é use um preservativo. Investigar o problema, ajudar este jovem a recuperar sua dignidade, não, simplesmente: use preservativo.

Como se o preservativo resolve-se a questão. Não consigo acreditar que existam pais que achem natural seus filhos fazerem sexo nesta idade, essa inversão total nas etapas prejudica estes jovens, prejudica familias, é uma agressão à dignidade humana, reduz a um objeto, aqueles que são imagem e semelhança por Deus, amados por Deus.

Não, preservativos para crianças não é a solução, a solução é amor, educação cristã, é Deus nos corações, a solução é que os filhos sejam criados na palavra de Deus e que nós sejamos firmes em nossas posturas, orientando não somente essas crianças, mas todos ao nosso redor, para que tenhamos uma vida digna. Preservar a dignidade humana!!!! Que nossas crianças tenham uma infância sadia,s endo crianças e tornem-se adolescentes sustentados pela palavra de Deus.

Oremos por esses jovens, e por nossas autoridades, para que sejam ilumidados, e possam agir segundo a palavra de Deus. Que Deus nos proteja!

O machismo sutil

Vivemos em mundo de mulheres-maravilha, onde todas nós podemos tudo e o mundo está aos nossos pés. Somos mulheres que trabalhamos, estudamos, cuidamos da casa e dos filhos e ainda temos que ficar lindas como eternas jovens de vinte anos. Ou então, as mais jovens (e às vezes até mais velhas), somos liberais, donas de nosso corpo, temos o homem que queremos, como e quando quisermos. Será?

Tudo isso é uma casca que somos obrigadas a vestir, mostrando caras felizes e argumentos vazios para agradar a sociedade. Por dentro estamos esgotadas, destruídas, humilhadas, solitárias e infelizes. O problema não foram os direitos adquiridos pela mulher, mas foi o que fizemos com esses direitos e, mais ainda, que tipo de direito reivindicamos.

O direito de ter que ser jovem a vida inteira? O direito de ser igual a um homem? O direito à libertinagem? Ou, pior, o direito de matar quem está dentro de nós, só porque “mandamos” em nosso corpo? Sem contar os outros “direitos” por aí.

Na sociedade renascentista as mulheres passaram a agir como na sociedade romano-helênica e foram daí a pior. A loucura do culto ao corpo é apenas o exemplo mais evidente que qualquer um nota. Entretanto, por trás desse mal, aparecem outros bem piores. "Agradeçamos", então, ao feminismo que nos colocou na mesma condição de um homem. Daí as mulheres-maravilha! Se antes do advento do cristianismo a tentativa era de subjugar e escravizar as mulheres, como seres inferiores ao homem, nos dias hodiernos quem está buscando isso são as próprias mulheres!

O feminismo, ao pretender que as mulheres sejam dignas e respeitadas porque iguais ao homem em tudo, nada mais faz do que ignorar as diferenças entre os dois sexos. Se a mulher é digna quando é igual ao homem, então o homem é o parâmetro. E isso é machismo! Se a mulher só é livre e respeitada porque faz tudo o que faz o homem, então o homem é o ideal a ser alcançado, o exemplo a ser imitado. E isso é machismo! O feminismo, pois, é uma forma sutil de machismo.

Aparecem nos meios de comunicação garotas (ou nem tanto) semi-nuas, quando não totalmente, falando apenas besteiras e propagando uma felicidade que não existe. Como se o corpinho delas fosse, e é, uma arma muito poderosa, sem se dar conta que nenhuma plástica do mundo vai lhe dar um transplante de cérebro. Quando tiverem sessenta e poucos anos, ao invés de estarem rodeadas da família pela qual pelejaram a vida inteira para manter feliz e unida, e com memórias de um passado de ações positivas por uma sociedade melhor e dedicação aos outros, terão apenas recortes de jornais em um apartamento solitário talvez com alguns gatos para lhes fazer companhia. Uma vida fútil, vazia, sem Deus e os valores cristãos que as mesmas sempre tanto combateram.

A defesa da mulher, o reconhecimento de sua condição ontológica e seus direitos legais são fruto dos valores que as feministas tanto odeiam. Colocaram as mulheres como mulheres, femininas, fortes, rainhas do lar, sim! Mas nem por isso menos que o homem! Só quem tem uma família sabe o quão difícil e o quanto exige de inteligência e jogo de cintura para organizar, administrar, acalmar, saciar, etc.

Ser mulher é acima de tudo ser mãe, ainda que não tenha filhos nem seja casada. É cuidar do próximo, é estar sempre atenta às necessidades de outro, é ser digna, é se doar, é ser coração, mas deixando que ele seja comandado pelo intelecto e pela sensibilidade que é peculiar à alma feminina.

Somos diferentes, homens e mulheres, nem piores e nem melhores por causa disso.

Cada com seu fundamental papel a desempenhar. Temos que deixar nossos homens serem homens e ensinar assim nossos filhos. Por mais que saibamos trocar uma lâmpada, um pneu, abrir uma tampa de vidro apertada ou brigarmos com a companhia telefônica. Deixemos que os mesmos o façam e os incentivemos para tanto.



* Texto muito bom que encontrei na net. Pertence a