segunda-feira, 26 de novembro de 2012
Cultivar a feminilidade
domingo, 25 de novembro de 2012
Violência contra a Mulher e Feminismo
sábado, 3 de novembro de 2012
Elegante, bela e modesta em temperaturas infernais
1) Use tecidos leves, dê preferencias para tecidos que não "sufoquem" a sua pele.
2) Lembre-se que uma microsaia de lycra justíssima, além de imodesta e feia, é muito mais quente que uma saia até os joelhos, de um tecido leve.
3) Filtro solar! Não esqueça. Proteja sua pele.
4) Beba muita água! Hidrate-se.
Algumas sugestões de modelos.
segunda-feira, 2 de abril de 2012
As meninas e a formação
do que muitas de nossas filhas hoje"
Essa frase não é minha, ainda não confirmei bem a referência dela. Ela é uma frase dura, ríspida, você pode questionar algo referente a contextos distintos, mas no fundo ela nos leva a pensar, trás uma verdade amarga e nos faz refletir. Estamos indo de mal a pior no que se refere a educação básica das meninas adolescentes brasileiras. Estou falando aqui de todas as meninas, estou falando aqui da sua irmã, da sua filha, que você joga dentro da igreja no domingo de manhã, e o resto da semana não tem a menor idéia do que esta se passando nas suas relações, nos seus sentimentos, nas influências que ela vem recebendo.
O meio em que as meninas adolescentes vivem pode ser muito cruel: a pressão das colegas, a ausência do referencial paterno e materno, as mudanças no corpo, os hormônios, na mente a necessidade de assumir um lugar. Muitas meninas são filhas extremamente responsáveis, comportadas dentro do ambiente familiar, mas na escola, nas ruas o comportamento muda completamente e dá lugar a uma "mulher", uma imagem de mulher totalmente nojenta e perdida. Não ache que isso é normal, que é só um comportamento infantil, fique atento(a). Você como responsável por uma menina adolescente deve orientar, deve ser firme e amoroso(a). E espero que você comece a fazer isso desde o nascimento, porque se você deixar para dar atenção, formação para essas meninas só quando elas já estiverem na adolescência, pode ser tudo mais complicado, muito mais complicado.
Não basta para dar uma formação digna, cristã para as meninas, jogá-las na igreja domingo de manhã, jogá-la nos 20 min de escola dominical. É importante sim o vivenciar e participar do culto/missa (já que descobri que tenho leitores católicos e fiquei bem feliz com isso), é imprescindível participar dos minutos de partilha e formação comunitária, mas a grande parte da formação dessas meninas vai se dar na "Igreja Doméstica", vai se dar na vivencia cotidiana em família, vai se dar na experiencia de relacionamento familiar alicerçado na Palavra de Deus, e isso é exercício diário, a todo momento, é no seio familiar alicerçado Nessa Palavra que se dá a formação das crianças.
É lógico que temos configurações diversas de famílias. Temos famílias sem a presença materna, famílias sem a presença paterna, famílias onde o papel de pai e mãe é vivenciado por uma avó, por uma tia, e essas famílias devem ser acolhidas pela igreja, para propiciar a melhor formação possível para as crianças e adolescentes, e a melhor formação é cristã. Você pode me dizer que uma pessoa não precisa ser cristã para cuidar bem das crianças sob sua responsabilidade, e eu concordo com você que independente da religião qualquer pessoa pode ser um bom cidadão, pode ser um bom amigo, pode ser um bom profissional e tentar dar o melhor para os seus filhos, mas se ela não for cristã, e não permitir uma formação cristã para seus filhos, ela não vai estar propiciando o melhor para sua família, não vai estar apresentando o maior tesouro. Ela pode ser a pessoa mais atenciosa do mundo, pode fazer as maiores obras de caridade, mas isso não salva ninguém, não salva ela e nem a sua família. Sem Cristo não há salvação, à condenação.
MÃE E PAI! E aqui eu me incluo, porque mesmo ainda não tendo filhos, como garota eu tenho um zelo maternal por uma série de pessoas. Fiquemos atentos a nossas meninas! Não ache normal sua filha, sua irmã de 12/13 anos usar um vestido justo vermelho que mal cobre seu bumbum e um salto altíssimo. Não ache normal ela sair por ai tirando fotos de minissaia, com a mão no joelho, mostrando as suas "curvas", virada pra parede mostrando o bumbum, não ache normal as fotos com pernas a mostra numa cama fazendo biquinho, não ache normal as frases com cunho sexual, com comentários sobre experiencias sexuais. Mesmo que você tenha certeza absoluta que sua filha não esta fazendo nada "errado" longe dos seus olhos, que isso é só uma fantasia de adolescente, essas atitudes mostram que a visão de feminino dela esta completamente equivocada, que o ideal de "ser mulher" dela esta equivocado, e isso é muito perigoso.
A internet esta ai, e essas mesmas meninas estão expostas em perfils, pois bem, fique atento. E se você perceber essas atitudes, não adianta você surtar completamente de uma hora pra outra, mantenha a calma, ore, e converse com essa menina, oriente com firmeza, com pulso firme, mas com amor também.
Apesar de alguns contextos serem mais propícios que outros, é SEMPRE hora de recomeçar, é sempre hora de fazer diferente, é sempre hora para a mudança. NÃO desista das suas meninas, NÃO PODEMOS desistir das pessoas, não faça isso.
Eduque suas meninas! Proteja elas e as prepare para encarem a vida, prepare para que ela possa tomar boas decisões quando for a hora certa.
mila
terça-feira, 8 de março de 2011
E foi-se o Carnaval..
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Guerra dos sexos e nossa desvalorização
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
20 Dicas DIRETAS para moças
(esse texto foi adaptado por mim, mas o original eu não sei quem é a autora. Se alguém souber, gostaria de divulgar a referencia original)
terça-feira, 22 de junho de 2010
Quando a ideologia de gênero se opõe à mulher
Entrevista com a socióloga chilena Ana María Yévenes Ramírez
Por Gilberto Hernández García
SANTIAGO DO CHILE, domingo, 7 de junho de 2009 O tema da ideologia de gênero – em sua vertente mais difundida de “equidade de gênero” – ganhou muitas posições no cenário social e na agenda política; contudo, continua sendo um tópico difícil de se tratar visto que em muitos aspectos e em suas origens aponta em sentido contrário à essência da família.
A doutora Ana María Yévenez Ramírez, socióloga chilena e especialista em temas da família, faz uma análise da ideologia de gênero desde as ciências sociais e particularmente a partir da análise cultural. Esclarece que não pretende “demonizar absolutamente nada”, o que não significa a ausência de uma visão crítica.
–O gênero é uma “construção” social?
–Ana María Yévenes Ramírez: A ideologia de gênero tem suas raízes nos movimentos feministas radicais dos anos sessenta, já que alguns autores que iniciaram esta ideologia dizem que o gênero é uma construção cultural, por conseguinte não é resultado do sexo, nem tão aparentemente fixo como o próprio sexo. Ao teorizar sobre isto, o gênero vem a ser como um artifício livre de ataduras; em consequência, homem e masculino poderiam significar tanto um corpo feminino como um masculino; mulher e feminino, tanto um corpo masculino como um feminino.
Estas ideias estiveram presentes dentro do debate que se fez tanto na opinião pública como nas discussões da IV Conferência da Mulher, patrocinada pela ONU em Pequim em 1995: As feministas de gênero manifestaram a urgência de desconstruir os papéis sociais de homem e mulher porque esta socialização afetava a mulher negativa e injustamente. O homem-marido, desde esta perspectiva, então aparece como um opressor, e passamos aqui do que é o conceito de luta de classes ao que podemos chamar luta de sexos.
Assim, o matrimônio e a família podem ser vistos quase como uma seita, e a maternidade como um estorvo. Toda diferença entre o homem e a mulher, sob esta visão, é construção social e portanto pode ser mudada. Já não existem, desta forma, dois sexo, mas muitas orientações sexuais.
–Como uma ideologia tão distante do normal teve tanta acolhida?
–Ana María Yévenes Ramírez: Porque abordou um problema real, a situação desvalorizada da mulher. Desta forma, a ideologia de gênero faz surgir o conceito de tomada de poder político, econômico, trabalhista e na relação com o casal. Deve-se ter em conta que as linhas originais sofreram grandes mudanças. Não chega às pessoas o que é a ideologia de gênero, digamos, de maneira quimicamente pura, como acontecem com todas as coisas. Particularmente na América Latina, vivemos processos de individuação e mestiçagem. Por exemplo, fala-se do combate do machismo, como bandeira de luta tão presente no México. No Chile, há muitas mulheres que participaram de programas dos diferentes governos no tema da igualdade de gênero, mas quando se lhes propõem estes outros temas, a visão da família, a visão da maternidade, não concordam com isso.
O que hoje se aplica como equidade de gênero não é o que originalmente se aplicava a este pensamento; este processo de mestiçagem é parte da mudança cultural mais profunda que se produz em nossa sociedade. Basta lembrar que a mudança se inicia em como usamos nossas palavras, na linguagem que utilizamos. Junto com a crítica que se dirige a esta ideologia, devemos fazer-nos uma autocrítica como Igreja Católica: que resposta nós demos a esta problemática de fundo? Sinto que muito do que aconteceu é nossa responsabilidade por nosso silêncio, por não termos respondido a essa necessidade que havia dentro da cultura.
–A ideologia de gênero oferece alguma contribuição positiva?
–Ana María Yévenes Ramírez: Primeiramente, colocar a mulher no foco porque objetivamente a mulher estava sendo de alguma forma ignorada: parte disso é porque o tema do trabalho remunerado considerava o trabalho doméstico muito distante. Também a ideologia de gênero trouxe melhoras substanciais em matéria de saúde da mulher; maior cuidado físico, por exemplo na detenção de alguns tipos de câncer; uma maior preocupação pelo corpo; trouxe também uma maior proteção à mulher quanto ao tema da violência familiar; ou em matéria trabalhista. Permitiu melhorar o acesso a uma maior educação formal da mulher.
–E negativa?
–Ana María Yévenes Ramírez: A ideologia de gênero fomentou uma tomada de poder antagônica da mulher contra o homem. Na prática, transformou a mulher em um objeto que era exatamente o que se pretendia combater. Digo um objeto, porque segundo muitos textos dos estudos que estão sendo desenvolvidos sobre esta matéria, se privilegia a dimensão econômica, do desenvolvimento, do trabalho acima do desenvolvimento humano e próprio da mulher, consequência precisamente do anterior é que o desenvolvimento integral da mulher está se tornando um obstáculo, e com isso a mulher está sendo privada da felicidade.
–Finalmente, quais são as repercussões na família?
–Ana María Yévenes Ramírez: Não é um mistério para ninguém como aumentou o número de mulheres assassinadas por seus companheiros porque não se trabalhou com os homens na mesma velocidade com que se trabalhou com as mulheres. Também causou impacto no tema do testemunho, porque ao final nossos jovens se entusiasmam pelo matrimônio pelo testemunho que recebem, testemunho de amor, de companheirismo. E mais, está-se colocando em cheque o desenvolvimento dos povos.
terça-feira, 23 de março de 2010
S.O.S., dejadnos ser madres
Por: Jorge Enrique Mújica, Colaborador de Mujer Nueva, 2008-03-07)
Cavalheirismo e as diferenças entre homens e mulheres
Isso não quer dizer que um não possa fazer tudo que o outro faz, exceto o que as diferenças biológicas do gênero impedem, é claro. Mas de resto tudo que um homem faz, a mulher pode fazer e tudo que uma mulher faz, um homem pode fazer.
Tudinho.
Tem muita gente que ainda não se tocou disso. Tanto algumas mulheres como alguns homens ainda acham que há diferenças nas capacidades quanto ao gênero.Mas isso está mudando rápido.
E às vezes para demonstrar que certas mulheres são capazes de fazer coisas que antigamente só homens faziam, elas se comportam com modos de homens. A mesma coisa acontece com homens fazendo coisas de mulheres, ficam feminilizados demais.
E qual seria o equilíbrio?
Na medida que cada um sabe de suas capacidades e potencialidades, ela ou ele as realiza de forma de acordo com seu jeito próprio. Não estereotipado, caricaturado. O jeito da pessoa. Tranquila consigo mesma. Sendo mulher ou homem e exercendo sua feminilidade ou masculinidade sem travas, medos ou preconceitos.
Por isso que eu, como mulher, gosto de homens cavalheiros.
Eu sei que eu posso fazer tudo que um homem faz. Estou tranquila com isso. Na falta de um homem eu me viro muito bem: pago o restaurante, abro a porta do carro, carrego pesos, arrumo o carro, conserto coisas, prego quadros, troco lâmpadas, dirijo o carro, uso a furadeira, cavo buracos, discuto com os empregados do sítio, resolvo problemas com bêbados, me defendo na rua, falo grosso e muitas coisas mais. Posso dizer que sou mais homem que a maioria dos homens que já conheci. E, ao mesmo tempo, sou bem mulher, bem feminina.
Eu não tenho que provar nada disso para ninguém. Eu já sei disso. Eu faço tudo isso quando necessário.
E os homens? Como ficam eles ao se relacionarem com mulheres tão completas?
Da mesma forma que nós ficaríamos ao nos relacionarmos com homens completos que não precisariam de nós.
Aí entra o Cavalheirismo. Atitudes e gestos sociais de gentileza, respeito e deferência de homens para mulheres, quando homens podem ser homens e mulheres podem ser mulheres na boa.
Como eu disse no início, homens são diferentes de mulheres, não dá para negar. Mas podemos fazer as mesmas coisas, também não dá para negar. Então como exercer essas diferenças de forma saudável no dia a dia?
O homem sendo cavalheiro expressa o que ele tem de melhor na sua masculinidade. E a mulher aceitando esta deferência não está sendo diminuída, está sendo mulher.
O texto soou antiquado?
Bem, é a minha opinião.
Eu gosto quando abrem a porta do carro para mim. Eu gosto quando carregam meus pacotes. Eu gosto quando andam do lado de fora da rua. Eu gosto quando pagam a conta do jantar. Eu gosto quando colocam o paletó em meus ombros para eu não passar frio. Eu gosto que me dêem passagem primeiro na porta e abram a porta para mim. Eu gosto que me dêem o braço quando eu estiver com um salto muito alto num piso ruim de andar. Eu gosto de ser tratada como uma dama, uma princesa, como uma rainha.
E isso não vale apenas para os homens que nos relacionamos mais intimamente. Vale para qualquer homem. Para aquele que dá lugar para eu sentar. Para aquele que ajudou a trocar meu pneu na rua. Para o que segurou a porta do elevador.
Viva o cavalheirismo!
Tirado de: http://deusario.com/2007/12/o-cavalheirismo-e-a-diferenca-entre-homens-e-mulheres.html
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Com o advento das idéias feministas, que cogitam uma falsa libertação da mulher e busca por uma falsa igualdade com os homens, o cavalheirismo cada vez mais vem sendo deixado de lado. Por um lado as mulheres acham que um homem abrir a porta do carro, dar o lugar para que ela sente, oferecer para pagar algo é sinal de sua inferioridade, por outro lado os homens não sabendo como lidar com as mulheres e achando que o cavalheirismo é dispensavel..
Ora, oras, lembro das longas conversas que tinha com minha avó, onde ela contava como foi cortejada pelo meu avô. O pedido de permissão aos pais para que se encontrassem, o restaurante onde meu avô a levou, o cuidado ao dar o braço para que ela seguisse ao seu lado, ele sempre abrindo as portas, preocupado com seu bem estar. No primeiro encontro lhe deu uma rosa, com uma poesia escrita a mão, ela se sentia uma princesa, recebendo tanto cuidado e carinho.
Sim, eu gosto de cavalheirismo, é uma expressão de respeito social por nós mulheres, afinal sim, nós merecemos este respeito e cuidado.
Camila
O machismo sutil
Vivemos em mundo de mulheres-maravilha, onde todas nós podemos tudo e o mundo está aos nossos pés. Somos mulheres que trabalhamos, estudamos, cuidamos da casa e dos filhos e ainda temos que ficar lindas como eternas jovens de vinte anos. Ou então, as mais jovens (e às vezes até mais velhas), somos liberais, donas de nosso corpo, temos o homem que queremos, como e quando quisermos. Será?
Tudo isso é uma casca que somos obrigadas a vestir, mostrando caras felizes e argumentos vazios para agradar a sociedade. Por dentro estamos esgotadas, destruídas, humilhadas, solitárias e infelizes. O problema não foram os direitos adquiridos pela mulher, mas foi o que fizemos com esses direitos e, mais ainda, que tipo de direito reivindicamos.
O direito de ter que ser jovem a vida inteira? O direito de ser igual a um homem? O direito à libertinagem? Ou, pior, o direito de matar quem está dentro de nós, só porque “mandamos” em nosso corpo? Sem contar os outros “direitos” por aí.
Na sociedade renascentista as mulheres passaram a agir como na sociedade romano-helênica e foram daí a pior. A loucura do culto ao corpo é apenas o exemplo mais evidente que qualquer um nota. Entretanto, por trás desse mal, aparecem outros bem piores. "Agradeçamos", então, ao feminismo que nos colocou na mesma condição de um homem. Daí as mulheres-maravilha! Se antes do advento do cristianismo a tentativa era de subjugar e escravizar as mulheres, como seres inferiores ao homem, nos dias hodiernos quem está buscando isso são as próprias mulheres!
O feminismo, ao pretender que as mulheres sejam dignas e respeitadas porque iguais ao homem em tudo, nada mais faz do que ignorar as diferenças entre os dois sexos. Se a mulher é digna quando é igual ao homem, então o homem é o parâmetro. E isso é machismo! Se a mulher só é livre e respeitada porque faz tudo o que faz o homem, então o homem é o ideal a ser alcançado, o exemplo a ser imitado. E isso é machismo! O feminismo, pois, é uma forma sutil de machismo.
Aparecem nos meios de comunicação garotas (ou nem tanto) semi-nuas, quando não totalmente, falando apenas besteiras e propagando uma felicidade que não existe. Como se o corpinho delas fosse, e é, uma arma muito poderosa, sem se dar conta que nenhuma plástica do mundo vai lhe dar um transplante de cérebro. Quando tiverem sessenta e poucos anos, ao invés de estarem rodeadas da família pela qual pelejaram a vida inteira para manter feliz e unida, e com memórias de um passado de ações positivas por uma sociedade melhor e dedicação aos outros, terão apenas recortes de jornais em um apartamento solitário talvez com alguns gatos para lhes fazer companhia. Uma vida fútil, vazia, sem Deus e os valores cristãos que as mesmas sempre tanto combateram.
A defesa da mulher, o reconhecimento de sua condição ontológica e seus direitos legais são fruto dos valores que as feministas tanto odeiam. Colocaram as mulheres como mulheres, femininas, fortes, rainhas do lar, sim! Mas nem por isso menos que o homem! Só quem tem uma família sabe o quão difícil e o quanto exige de inteligência e jogo de cintura para organizar, administrar, acalmar, saciar, etc.
Ser mulher é acima de tudo ser mãe, ainda que não tenha filhos nem seja casada. É cuidar do próximo, é estar sempre atenta às necessidades de outro, é ser digna, é se doar, é ser coração, mas deixando que ele seja comandado pelo intelecto e pela sensibilidade que é peculiar à alma feminina.
Somos diferentes, homens e mulheres, nem piores e nem melhores por causa disso.
Cada com seu fundamental papel a desempenhar. Temos que deixar nossos homens serem homens e ensinar assim nossos filhos. Por mais que saibamos trocar uma lâmpada, um pneu, abrir uma tampa de vidro apertada ou brigarmos com a companhia telefônica. Deixemos que os mesmos o façam e os incentivemos para tanto.
* Texto muito bom que encontrei na net. Pertence a Aline Rocha Taddei Brodbeck, adaptado para o blog por mim...




















